Escombros

7.1968

Quis o vazio nos dias todos dissidentes dos desejos cheios de todo o nada

Não achei o eterno em todas as letras que acabam ao fim da página

A arrogância fez o tolo ser mais auto que o batente da porta que leva à saída

Conto de novo a história toda para de novo o tolo refazer o bolo recheado de mentiras todas

Mesmas rimas

Mesmos cortes

Mesmo tudo é nada igual

Quem mais sabe do idiota que beira o caminho sem nunca tentar olhar do avesso

Torpes ao vento são o ditos dos sábios de varanda que nem sabem diferenciar o bem

Cansei de tentar agora quero fazer

Logo me dirão que errei, perdi, acabei

Um dia volto a ser quem nunca fui para reconhecer o bem nos dias maus que encontro hoje

O mau acaba

O mau existe

De mal me viste sem sorrir de novo

Outra vez e nunca mais

Advertisements

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s